=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=
O tempo, coisa engraçada
Às vezes, parece um nada
Mas em outras, no entanto
Chega até causar espanto
Seu vagaroso escoar
Ocorre certo momento
Em que a lentidão do tempo
É quase uma eternidade
Face à nossa ansiedade
Pra ver um mal terminar
Enquanto nas ocasiões
Em que as boas emoções
Mantêm a esperança acesa
Nem se percebe a lerdeza
No modo de caminhar
A diferença é mais viva
No futebol, na esportiva
Conforme marca o placar:
Se pende pro nosso lado
Queremos ver terminado
Bem antes de acabar
Porém, se o caso é contrário
Tornando as chances pequenas
Desejamos que o horário
Aumente um minuto, apenas
Nem que seja pra empatar
Na vida é bem semelhante
Tem uma idade importante
Que custa muito a chegar;
Quando a tal menoridade
É quase uma infinidade
Sem prazo pra terminar
Depois disso, companheiro
Os ciclos correm ligeiros
Até depressa demais
E vão deixando sinais
Que nem preciso lembrar
Pois a grande velocidade
Com que passam, na verdade
Nem se pode mensurar.
A.L.Oliveira/ago/2008
=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=
quarta-feira, 20 de abril de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Meliponas
=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=

São abelhinhas silvestres
Que cobrem o globo terrestre
Com a doçura do mel
Cumprindo, ainda, um papel
Da mais alta relevância
Tendo em vista a importância
De sua nobre missão
Pois quando pousam na flor
Resulta de seu labor
Um bem pra vegetação.
São de extrema mansidão
Bem pequenas, sem ferrão
E levam o pólen da vida
Às flores, que, agradecidas
Respondem a esse atributo
Produzindo melhor fruto
Boas sementes e grãos
Pra que sejam replantados
Ou, ainda, aproveitados
Em nossa alimentação.
São tantas as variedades
E muitas as qualidades
Desses bichinhos alados
Frequentemente encontrados
Até na cidade grande
Pela fama que se expande
Face à própria credencial:
Pois, há gente que garante
Que seu mel, como adoçante
Tem valor medicinal.
As cores são bem distintas
Algumas, pretas, retintas
Como a asa da graúna
Principalmente as tubunas
Que se destacam entre elas
Das jataís, amarelas
E de outras, diferenciadas
Embora da mesma laia:
Pois, jandaíras, mandaçaias
São maiores e douradas.
A.L.Oliveira/out/2009
=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0

São abelhinhas silvestres
Que cobrem o globo terrestre
Com a doçura do mel
Cumprindo, ainda, um papel
Da mais alta relevância
Tendo em vista a importância
De sua nobre missão
Pois quando pousam na flor
Resulta de seu labor
Um bem pra vegetação.
São de extrema mansidão
Bem pequenas, sem ferrão
E levam o pólen da vida
Às flores, que, agradecidas
Respondem a esse atributo
Produzindo melhor fruto
Boas sementes e grãos
Pra que sejam replantados
Ou, ainda, aproveitados
Em nossa alimentação.
São tantas as variedades
E muitas as qualidades
Desses bichinhos alados
Frequentemente encontrados
Até na cidade grande
Pela fama que se expande
Face à própria credencial:
Pois, há gente que garante
Que seu mel, como adoçante
Tem valor medicinal.
As cores são bem distintas
Algumas, pretas, retintas
Como a asa da graúna
Principalmente as tubunas
Que se destacam entre elas
Das jataís, amarelas
E de outras, diferenciadas
Embora da mesma laia:
Pois, jandaíras, mandaçaias
São maiores e douradas.
A.L.Oliveira/out/2009
=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Além do Além
=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=
Numa noite de lua cheia
Por volta de três e meia
Horário da madrugada
Dormindo em minha morada
Sonhei ter desencarnado
Mas, algo me intrigava
Quando um gaiato, falava
Olhando o céu, assustado:
Como diz o velho ditado
Tá mesmo o mundo virado
E não tem mais compostura
Ao permitir que a figura
De qualquer alma penada
Ande aí fora de prumo
Completamente sem rumo
Voando desajeitada.
Enquanto planava, à toa
Nas alturas, numa boa
Contemplava a natureza
Na mais completa leveza
Do corpo sem consistência:
Pois fantasma, mesmo obeso
Não dispõe de qualquer peso
Nem mesmo na consciência.
Acordei logo em seguida
Dando graças pela vida
Muito embora em sobressalto
Pois a visão lá do alto
Só traz saudades do chão
Pra quem não é passarinho
E não sabe voar sozinho
Nem mesmo de avião.
Agradeço ao Onipotente
Por estar aqui presente
Enquanto faço meus versos
Pois o Rei do Universo
Com tanta coisa a fazer
Encontra sempre algum jeito
De acompanhar um sujeito
Que mal consegue escrever.
A.L.Oliveira/mar/2008
=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0=0
Numa noite de lua cheia
Por volta de três e meia
Horário da madrugada
Dormindo em minha morada
Sonhei ter desencarnado
Mas, algo me intrigava
Quando um gaiato, falava
Olhando o céu, assustado:
Como diz o velho ditado
Tá mesmo o mundo virado
E não tem mais compostura
Ao permitir que a figura
De qualquer alma penada
Ande aí fora de prumo
Completamente sem rumo
Voando desajeitada.
Enquanto planava, à toa
Nas alturas, numa boa
Contemplava a natureza
Na mais completa leveza
Do corpo sem consistência:
Pois fantasma, mesmo obeso
Não dispõe de qualquer peso
Nem mesmo na consciência.
Acordei logo em seguida
Dando graças pela vida
Muito embora em sobressalto
Pois a visão lá do alto
Só traz saudades do chão
Pra quem não é passarinho
E não sabe voar sozinho
Nem mesmo de avião.
Agradeço ao Onipotente
Por estar aqui presente
Enquanto faço meus versos
Pois o Rei do Universo
Com tanta coisa a fazer
Encontra sempre algum jeito
De acompanhar um sujeito
Que mal consegue escrever.
A.L.Oliveira/mar/2008
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Repassando Mensagens
-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0
Meu prezado internauta
Bom colega e bom amigo
Reflita um pouco consigo
Ao repassar as mensagens
Por vezes, simples bobagens
Que nem merecem ser lidas
Muito menos remetidas
A quem lhe preza e quer bem;
E que já pautou a vida
Num modo de ser vivida
Na forma que lhe convém
Não sei se certo ou errado
Mas é o que sempre faço
Ao receber calhamaços
De certas advertências
Vou direto à procedência
A que se refere o fato
Pra ver se aquilo é boato
Ou tem fundo de verdade;
Mas, geralmente, acontece
Que o tal assunto carece
De alguma autenticidade
Confiemos, desconfiando
Daquilo que recebemos
Pois muitas vezes não vemos
As grosseiras pegadinhas
Por dentro das entrelinhas
De pregações religiosas
Ou de curas milagrosas
Que circulam aos quatro ventos;
Pois, se tivermos paciência
Vamos ver que a ciência
Nem teve conhecimento
Também deleto sem culpa
Toda mensagem inventada
Por pessoas desocupadas
Que não medem a agressão
De impor-me a obrigação
De repassar tais correntes
Pra importunar os viventes
Que tem mais o que fazer
E, tampouco, querem ler
Qualquer missiva insolente
Ao finalizar a prosa
E mandar o meu abraço
Outra sugestão que faço
Num dever de lealdade
Preservando a privacidade
Dos que tenho tanto apreço
É que retirem endereços
Do rol de certas mensagens
E, coloquem os destinatários
Ocultos (cco) nos formulários
Da sua nova postagem
A.L.Oliveira\mar\2010
"OBS: Quando repassar qualquer mensagem, por favor:
I. Apague o e-mail de quem lhe mandou, os nomes e demais endereços se existentes, antes de reenviar;
II. Encaminhe aos destinatários sempre como cópia oculta (Cco);
III. Nunca coloque endereços na linha PARA;
Se assim agirmos estaremos dificultando a disseminação desenfreada de vírus, spams e banners que infestam a internet"
-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-0-00-0-
Meu prezado internauta
Bom colega e bom amigo
Reflita um pouco consigo
Ao repassar as mensagens
Por vezes, simples bobagens
Que nem merecem ser lidas
Muito menos remetidas
A quem lhe preza e quer bem;
E que já pautou a vida
Num modo de ser vivida
Na forma que lhe convém
Não sei se certo ou errado
Mas é o que sempre faço
Ao receber calhamaços
De certas advertências
Vou direto à procedência
A que se refere o fato
Pra ver se aquilo é boato
Ou tem fundo de verdade;
Mas, geralmente, acontece
Que o tal assunto carece
De alguma autenticidade
Confiemos, desconfiando
Daquilo que recebemos
Pois muitas vezes não vemos
As grosseiras pegadinhas
Por dentro das entrelinhas
De pregações religiosas
Ou de curas milagrosas
Que circulam aos quatro ventos;
Pois, se tivermos paciência
Vamos ver que a ciência
Nem teve conhecimento
Também deleto sem culpa
Toda mensagem inventada
Por pessoas desocupadas
Que não medem a agressão
De impor-me a obrigação
De repassar tais correntes
Pra importunar os viventes
Que tem mais o que fazer
E, tampouco, querem ler
Qualquer missiva insolente
Ao finalizar a prosa
E mandar o meu abraço
Outra sugestão que faço
Num dever de lealdade
Preservando a privacidade
Dos que tenho tanto apreço
É que retirem endereços
Do rol de certas mensagens
E, coloquem os destinatários
Ocultos (cco) nos formulários
Da sua nova postagem
A.L.Oliveira\mar\2010
"OBS: Quando repassar qualquer mensagem, por favor:
I. Apague o e-mail de quem lhe mandou, os nomes e demais endereços se existentes, antes de reenviar;
II. Encaminhe aos destinatários sempre como cópia oculta (Cco);
III. Nunca coloque endereços na linha PARA;
Se assim agirmos estaremos dificultando a disseminação desenfreada de vírus, spams e banners que infestam a internet"
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Feliz Ano Novo
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Imaginando essa vida
Como se fosse a corrida
Em busca de uma medalha
E a cada ano a batalha
Que pretendemos vencer;
Vamos partir e correr
Agora em dois mil e onze...
Para encontrar o tesouro
Pois, se não acharmos de ouro
Que seja de prata ou bronze.
Que o Sublime Treinador
Nos dê a força e o vigor
Do time dos vencedores.
E, mais ainda, os favores
Da paz, saúde e respeito
Na mais ampla sintonia
Com a beleza da harmonia
De um mundo justo e perfeito.
A.L.Oliveira/dez/2010
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Imaginando essa vida
Como se fosse a corrida
Em busca de uma medalha
E a cada ano a batalha
Que pretendemos vencer;
Vamos partir e correr
Agora em dois mil e onze...
Para encontrar o tesouro
Pois, se não acharmos de ouro
Que seja de prata ou bronze.
Que o Sublime Treinador
Nos dê a força e o vigor
Do time dos vencedores.
E, mais ainda, os favores
Da paz, saúde e respeito
Na mais ampla sintonia
Com a beleza da harmonia
De um mundo justo e perfeito.
A.L.Oliveira/dez/2010
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Poeminha
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Se soubesse romancear
Como certa amiga minha
Que considero rainha
Na arte de versejar...
Se, acaso, como tem ela
Tivesse em minha janela
A luz da lua no mar...
Talvez pudesse arriscar
Um verso, uma poesia
Vendo a onda, noite e dia
Ali a me namorar.
Mas, por esse descompasso
Não vejo os beijos e abraços
Que ela pode enxergar.
A.L.Oliveira/ago/2008
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Se soubesse romancear
Como certa amiga minha
Que considero rainha
Na arte de versejar...
Se, acaso, como tem ela
Tivesse em minha janela
A luz da lua no mar...
Talvez pudesse arriscar
Um verso, uma poesia
Vendo a onda, noite e dia
Ali a me namorar.
Mas, por esse descompasso
Não vejo os beijos e abraços
Que ela pode enxergar.
A.L.Oliveira/ago/2008
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Quero-quero

É
Resquício
Que se travou neste pampa
Do
Uma invasão na coxilha;
Pois
Dessa lendária
Do
Jamais dormiu em seu serviço
Pra não perder um conflito
Que recebeu de herança;
Porém,
Não raro, saca da asa
A mais poderosa lança.
Ave garbosa e valente
Ou, se aproxime, demais
Do
Pois, nesse exato momento
Em geral, na primavera
Deixa de ser passarinho
Pra se tornar uma “fera”.

A progressão da família
Pois são
Inclusive,
Do
Que desde seus ancestrais
Foi madrasta, com certeza
A
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