o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
O poeta, um visionário
De tudo faz poesia
Enxerga estrelas de dia
Vê a lua em toda parte
Avista as musas da arte
Nos lugares mais diversos
Por vezes, até bravios
Mas, não mede desafios
Pra colocá-las nos versos.
Percebe o que não é visto
Pelo comum dos mortais
Que não ousaria, jamais
Penetrar na própria alma
E, dali, extrair com calma
A melhor foto, a imagem
Dos recônditos da vida
Onde estaria escondida
A essência da mensagem.
Revela clarividência
Quando em noites sem luar
Descreve o céu e o mar
Na cor azul, semelhante
Aquela que o fez, brilhante
O nosso Grande Pintor;
Pois, quem alcança esse tom
Com certeza tem um dom
De origem superior.
Um desses iluminados
Muito amou nossa cidade
Foi o papa, a santidade
Dos poetas rio-grandenses
Sendo um ”portoalegretense”
Por honra e merecimento;
Aplausos, portanto, ao Mário (*)
Celebrando o centenário
De seu próprio nascimento.
A.L.Oliveira/julho/30/2006
(*) - Mário Miranda Quintana, natural de Alegrete, nasceu em 30.07.1906. Viveu em Porto Alegre, onde recebeu o título de cidadão honorário em 1967. Faleceu em 05.05.1994.
o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Mostrando postagens com marcador Quintana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Quintana. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Singela Homenagem
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Rememoro nestes versos de pura simplicidade
O registro da saudade de uma eminente figura
Que faz parte da cultura e do mapa da Capital
Pela forma magistral como expressou seu amor
Ao falar do esplendor das avenidas e praças
O que fazia com graça, por vezes, com ironia
Percebendo poesia em cada rua ou esquina
Na verdadeira rotina, de andar em caminhadas
Geralmente, encetadas, a qualquer hora do dia.
Aqui viveu esse moço, procedente do interior
Que se tornou escritor do porte mais elevado
Um poeta respeitado pela força de sua pena
Que deslizava serena ao imprimir no papel
Seu pensamento fiel, capacitado, eficaz
Não raro, até mordaz, ao fazer de coisa séria
Desde a gostosa pilhéria, até um texto erudito
Que logo seria escrito na revista ou no jornal
Editado, ao final, como sisuda matéria.
Deixou a terra natal, quando ainda era menino
O rapazote franzino, que veio seguindo a trilha
Traçada pela família, bem longe, no Alegrete
E, aqui se fez ginete, um domador das palavras
Saindo da sua lavra, tantos livros, tantas glórias
Integrantes da história desta querida cidade
Que teve a felicidade de hospedar o contista
O escritor e jornalista mais amado dos leitores
Aprovado, com louvores, pela sensibilidade.
Falei de Mário Quintana, poeta de nascimento
Que usou do seu talento, um dom da sabedoria
Criando no dia-a-dia sempre um motivo a mais
Pra leitura dos jornais se tornar mais atrativa
Pela forma criativa com que descreveu a vida;
Mesmo, após a despedida, sua obra é o cenário
Do primeiro centenário, comemorado este ano
Lembrando quão soberano, didático e profundo
Foi o que legou ao mundo, o poeta legendário.
A.L.Oliveira/ago/2006
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Rememoro nestes versos de pura simplicidade
O registro da saudade de uma eminente figura
Que faz parte da cultura e do mapa da Capital
Pela forma magistral como expressou seu amor
Ao falar do esplendor das avenidas e praças
O que fazia com graça, por vezes, com ironia
Percebendo poesia em cada rua ou esquina
Na verdadeira rotina, de andar em caminhadas
Geralmente, encetadas, a qualquer hora do dia.
Aqui viveu esse moço, procedente do interior
Que se tornou escritor do porte mais elevado
Um poeta respeitado pela força de sua pena
Que deslizava serena ao imprimir no papel
Seu pensamento fiel, capacitado, eficaz
Não raro, até mordaz, ao fazer de coisa séria
Desde a gostosa pilhéria, até um texto erudito
Que logo seria escrito na revista ou no jornal
Editado, ao final, como sisuda matéria.
Deixou a terra natal, quando ainda era menino
O rapazote franzino, que veio seguindo a trilha
Traçada pela família, bem longe, no Alegrete
E, aqui se fez ginete, um domador das palavras
Saindo da sua lavra, tantos livros, tantas glórias
Integrantes da história desta querida cidade
Que teve a felicidade de hospedar o contista
O escritor e jornalista mais amado dos leitores
Aprovado, com louvores, pela sensibilidade.
Falei de Mário Quintana, poeta de nascimento
Que usou do seu talento, um dom da sabedoria
Criando no dia-a-dia sempre um motivo a mais
Pra leitura dos jornais se tornar mais atrativa
Pela forma criativa com que descreveu a vida;
Mesmo, após a despedida, sua obra é o cenário
Do primeiro centenário, comemorado este ano
Lembrando quão soberano, didático e profundo
Foi o que legou ao mundo, o poeta legendário.
A.L.Oliveira/ago/2006
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
terça-feira, 15 de junho de 2010
Cem Anos de Quintanares
O poeta Mário Quintana, que também era Miranda
Hoje certamente anda em melhores companhias
Espargindo poesias em meio aos anjos e santos
Protegido pelo manto do Maior dos Grandes Poetas
Que em Sua obra seleta, cheia de amor e carinho
Colocou até nos espinhos, a perfeição, a beleza
E, dotou a natureza do canto dos passarinhos.
Neste ano dois mil e seis, um abraço velho Mário
Ao chegar o centenário que lembra teu nascimento
E que esse acontecimento, renove tua esperança
Pois, ainda és criança, no mundo da eternidade;
Que encontres felicidade, toda paz, muita ternura
Que merece a alma pura de quem foi um benfeitor
Um amante, com louvor, das ruas desta cidade.
Até as desconhecidas, que citavas com frequência
Também prestam reverência, na cor saudosa, lilás
Da flor dos jacarandás, nas praças, nas avenidas
Uma delas, preferida, te uniu no bronze a Drummond
Cantores do mesmo tom, que viam estrelas de dia
Avistavam a poesia, nos mais estranhos lugares
Dois poetas luminares que estavam acima dos bons.
Deixaste para a história um precioso tesouro
Tua obra vale ouro, teus Cadernos, pensamentos
A Rua dos Cataventos, onde só moravam versos
Povoa nosso universo das melhores recordações
Sem falar das emoções, das tiradas magistrais
E, dos poemas geniais, inteligentes, provocantes
Jóias raras e brilhantes, guardadas nos corações.
Reconheço a singeleza, no final desta abordagem
Feita como homenagem ao nosso querido mestre
Que em sua andança terrestre, com ironia e humor
Falou da paz e do amor, da forma mais soberana
E, legou à espécie humana, o produto da sua arte
Semeando em toda parte, seus dotes, sua cultura;
Ao concluir, com lisura, perdoa, Mário Quintana.
A.L.Oliveira/jul/2006
Hoje certamente anda em melhores companhias
Espargindo poesias em meio aos anjos e santos
Protegido pelo manto do Maior dos Grandes Poetas
Que em Sua obra seleta, cheia de amor e carinho
Colocou até nos espinhos, a perfeição, a beleza
E, dotou a natureza do canto dos passarinhos.
Neste ano dois mil e seis, um abraço velho Mário
Ao chegar o centenário que lembra teu nascimento
E que esse acontecimento, renove tua esperança
Pois, ainda és criança, no mundo da eternidade;
Que encontres felicidade, toda paz, muita ternura
Que merece a alma pura de quem foi um benfeitor
Um amante, com louvor, das ruas desta cidade.
Até as desconhecidas, que citavas com frequência
Também prestam reverência, na cor saudosa, lilás
Da flor dos jacarandás, nas praças, nas avenidas
Uma delas, preferida, te uniu no bronze a Drummond
Cantores do mesmo tom, que viam estrelas de dia
Avistavam a poesia, nos mais estranhos lugares
Dois poetas luminares que estavam acima dos bons.
Deixaste para a história um precioso tesouro
Tua obra vale ouro, teus Cadernos, pensamentos
A Rua dos Cataventos, onde só moravam versos
Povoa nosso universo das melhores recordações
Sem falar das emoções, das tiradas magistrais
E, dos poemas geniais, inteligentes, provocantes
Jóias raras e brilhantes, guardadas nos corações.
Reconheço a singeleza, no final desta abordagem
Feita como homenagem ao nosso querido mestre
Que em sua andança terrestre, com ironia e humor
Falou da paz e do amor, da forma mais soberana
E, legou à espécie humana, o produto da sua arte
Semeando em toda parte, seus dotes, sua cultura;
Ao concluir, com lisura, perdoa, Mário Quintana.
A.L.Oliveira/jul/2006
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mário Quintana (acróstico)
o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Mês de julho, lembra bem, um cidadão eminente,
Alto, magro, sorridente, um poeta respeitável,
Realmente invejável, nos versos, na convivência,
Impondo, na eficiência, de tudo que foi escrito,
O pensamento erudito, mais cordial, mais amável.
Mesmo não nascendo aqui, pois veio do Alegrete,
Incluiu alguns verbetes, na história da Capital,
Relatando sem igual, as ruas, com muita graça,
As avenidas e praças, todas elas percorridas,
No imaginário, na vida, magistral, iluminada,
Desse nosso camarada, que conseguiu ir além,
Amando como ninguém, esta cidade querida.
Quem dera pudesse eu, descrever aqui direito,
Um homem, em cujo peito, morava só a bondade,
Inexistindo maldade, aspereza, algum atrito,
Naquilo que foi escrito por sua mão abençoada,
Toda vez que convidada, ao trabalho e à ação,
Afagava o coração, de um novo amigo, um leitor,
Na cidade ou no interior, na serra ou na pradaria,
A beleza da poesia causava sempre emoção.
No imenso repertório, de poemas, pensamentos,
Ousou, em cada momento, e, às vezes com ironia,
Sacudir a hipocrisia, para ficar com a verdade,
Seguindo a simplicidade de sua origem pampiana,
O saudoso Mário Quintana, respirava poesia.
Gostava, desde menino, da leitura de um jornal,
Editado na Capital, nosso Correio do Povo,
Naturalmente mais novo, um orgulho farroupilha,
Incluído como cartilha, levando a cada momento,
A base, o conhecimento, que formou um escritor,
Ligado sempre ao amor, às letras e à família.
Produziu vários poemas, quando ainda estudante,
O primeiro, estreante, que viu em letra impressa,
Era só uma promessa, mas, anunciava com sobra,
Toda a prodigiosa obra, que o futuro jornalista,
Abria já uma pista, do que faria depressa.
Antonio Luiz de Oliveira/jul/2005
o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Mês de julho, lembra bem, um cidadão eminente,
Alto, magro, sorridente, um poeta respeitável,
Realmente invejável, nos versos, na convivência,
Impondo, na eficiência, de tudo que foi escrito,
O pensamento erudito, mais cordial, mais amável.
Mesmo não nascendo aqui, pois veio do Alegrete,
Incluiu alguns verbetes, na história da Capital,
Relatando sem igual, as ruas, com muita graça,
As avenidas e praças, todas elas percorridas,
No imaginário, na vida, magistral, iluminada,
Desse nosso camarada, que conseguiu ir além,
Amando como ninguém, esta cidade querida.
Quem dera pudesse eu, descrever aqui direito,
Um homem, em cujo peito, morava só a bondade,
Inexistindo maldade, aspereza, algum atrito,
Naquilo que foi escrito por sua mão abençoada,
Toda vez que convidada, ao trabalho e à ação,
Afagava o coração, de um novo amigo, um leitor,
Na cidade ou no interior, na serra ou na pradaria,
A beleza da poesia causava sempre emoção.
No imenso repertório, de poemas, pensamentos,
Ousou, em cada momento, e, às vezes com ironia,
Sacudir a hipocrisia, para ficar com a verdade,
Seguindo a simplicidade de sua origem pampiana,
O saudoso Mário Quintana, respirava poesia.
Gostava, desde menino, da leitura de um jornal,
Editado na Capital, nosso Correio do Povo,
Naturalmente mais novo, um orgulho farroupilha,
Incluído como cartilha, levando a cada momento,
A base, o conhecimento, que formou um escritor,
Ligado sempre ao amor, às letras e à família.
Produziu vários poemas, quando ainda estudante,
O primeiro, estreante, que viu em letra impressa,
Era só uma promessa, mas, anunciava com sobra,
Toda a prodigiosa obra, que o futuro jornalista,
Abria já uma pista, do que faria depressa.
Antonio Luiz de Oliveira/jul/2005
o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o
Assinar:
Postagens (Atom)
